Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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O leitor Rodrigo Jordão nos cede um raro registro de uma carteirinha de associado da antiga TORA - Torcida Organizada da Raposa, datada de 04 de Abril de 1977!

O torcedor da foto é Antônio Carlos Albuquerque, engenheiro agrônomo. Segundo Rodrigo Jordão; "ele jogou futebol amador pela tradicional equipe do Estudantes, ao lado de Humberto de Campos, dentre outros. Era o camisa 6 (Carlinhos)."  

A TORA, clássica e vibrante torcida de campo do Campinense Club, foi fundada oficialmente em  20 de Dezembro de 1976 e sempre estava presente com sua charanga nos estádios; Incentivava os embates futebolísticos da Raposa desde os tempos do Estádio Plínio Lemos. Está, inclusive, citada no Hino Oficial do time.

Após alguns anos de inatividade, um grupo de torcedores resgatou seu nome e associada ao bom momento pelo qual o time a TORA ressurgiu. Em 2004, porém, em momento delicado de extremismo entre confronto com torcidas rivais, resolveu se retirar dos estádios, retornando suas atividades no ano de 2015, após acordo com o Ministério Público.

"Art. 1º - Sob a denominação de “Torcida Organizada da Raposa”, ou pela forma abreviada “TORA”, fica instituída esta associação civil sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba, a qual se regerá pelo presente ESTATUTO e pelas normas legais pertinentes, por tempo indeterminado." 
(trecho do estatuto da TORA)

TORA, Década de 1970









Lembrança somente possível, realmente, por fotos: antes da Farmácia Pague Menos localizada na esquina das Ruas João da Mata com Vila Nova da Rainha, havia a residência do Sr. Severino da Costa Ribeiro, belíssima estrutura arquitetônica projetada por Geraldino Duda e executada pelo engenheiro João Ferreira da Silva, no ano de 1961.

Abaixo, uma foto registrando um momento em família, na bela residência, publicada na Revista 'O Cruzeiro', em 20 de Junho de 1964:



Fonte Pesquisada:
FREIRE, Adriana Leal de Almeida.
Difusão da Arquitetura Moderna em Campina Grande-PB: necessidades
e desafios para preservação de um patrimônio ameaçado
A ditadura instalada durante o Governo Vargas em 1937, conhecida como 'Estado Novo' trouxe para os brasileiros a obrigatoriedade  do uso de um documento chamado "Salvo Conduto", que era uma espécie de "permissão para viajar", algo muito próximo do cerceamento da liberdade do ir e vir, conforme publicação em jornal da época:


Como curiosidade, recebemos uma colaboração do senhor Tadeu Floresta, que nos envia o Salvo Conduto N.º 2140, emitido em 11 de Novembro de 1937, pelo Delegado do 2º Distrito da Capital, de Ordem Política e Social, concedendo livre trânsito ao senhor  para Eurípedes Floresta de Oliveira morador da Rua Miguel Couto, 456 em Campina Grande. 




Documento enviado por: Tadeu Floresta
https://www.facebook.com/tadeufloresta.deoliveira

A foto acima apresenta um cenário do cotidiano campinense da Década de 1930, no auge da cultura algodoeira; uma banca vende guloseimas na esquina, pessoas assistem alguma conversa nas portas do armazém do lado direito, homens elegantemente trajados de linho branco transitam pelas calçadas, uma marinete (sopa) aguarda passageiros na Rua Marquês do Herval, em frente ao 'Beco do 31'...

Os mais "novos" lembrarão que naquela rua funcionou em um passado recente o "Beco do 31 Drinks Bar". Porém, a origem da nomenclatura da localidade remota à década de 1920 onde, àquela rua funcionava a Sociedade Dançante e Clube Renascença 31, no Pavilhão Epitácio, visto lá no final da rua na foto, ao fundo, de esquina com a antiga Praça Epitácio Pessoa, vizinho ao sobrado de Christiano Lauritzen!

Esta, e outras fotos cotidianas do pretérito campinense podem ser conferidas no foto-livro "Ah, Campina", idealizado pelo fotógrafo Edson Vasconcelos.



Antonio Silvino (foto da prisão)

Nascido no dia 02 de Setembro de 1875, em Afogados da Ingazeira-PE, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais, Manoel Batista de Morais, mais conhecido como "Né Batista", era irmão de Higino, Zeferino e Francisco Batista de Morais.

Foi a partir da morte do seu pai, conhecido como "Batistão do Pajeú" que, em companhia do irmão Zeferino, enveredou pelos caminhos do cangaço, no ano de 1896.

Movido pelo sentimento de vingança, mata Desidério, o assassino do seu pai, adota o nome de Antonio Silvino e se torna um dos mais temidos cangaceiros que precederam Lampião, liderando o bando do seu finado tio Silvino Ayres.

No auge da sua vida como bandoleiro, atuou em cidades do Compartimento da Borborema. Agiu em cidades como Fagundes, Esperança, Monteiro, Alagoa Grande e, tendo Campina Grande como centro das suas investidas, haja visto a presença de coiteiros na região e pela amizade que detinha com fazendeiros locais, dentre ele, o Coronel Eufrásio Câmara, adversário do prefeito Cristiano Lauritzen.

No ano de 1907, a sociedade de Campina Grande vivia a expectativa da chegada do trem da Great Western pela primeira vez, em meio a ansiedade gerada com a promessa de Antonio Silvino de tombar o trem no dia da sua inauguração. Silvino já havia arrancado trilhos, prendido funcionários e sequestrado engenheiros da compahia ao longo da implantação do sistema ferroviário no Estado da Paraíba. 

Segundo o 'fac-simile' da reportagem da chegada do trem em Campina Grande, publicado no Diário de Pernambuco em 06 de Outubro de 1907, "[...]No dia da inauguração da estrada de Campina, Antonio Silvino, esteve no Alto Branco, onde soltou diversas girândolas, naturalmente festejando aquelle dia. Nesse logar declarou que o trem de Campina correria sómente três vezes, o numero necessário para as moças da referida cidade conhecerem-no. Ainda esteve no Geraldo e no Areial de Alagoa Nova, a 15 kilometros de Campina Grande, roubando, trucidando, matando animais e comettendo os maiores desatinos. Ante-hontem, à noite, chegou em Campina Grande uma força federal que anda em perseguição do bandido."
Silvino é o segundo de pé, da esquerda p/direita

Na Paraíba teve no Major Joaquim Henriques seu principal perseguidor. Porém, fora preso em Pernambuco no ano de 1914, pelo delegado do município de Taquaritinga, o Alferes Teófanes Ferraz Torres. Nesta época, o governador do vizinho estado era o General Dantas Barreto, ex-Ministro da Guerra do governo Hermes da Fonseca.

Levado para cumprir pena, era o preso 1122, ocupando a cela 35 da antiga Casa de Detenção do Recife.

Dotando-se de comportamento exemplar, após 22 anos de pena, foi libertado em 1937 após receber um indulto do então presidente Getúlio Vargas.

Como homem livre, adota a residência da prima Teodolina Aires Cavalcanti, localizada na esquina da Rua João Pessoa com a Arrojado Lisboa, onde hoje se localiza uma agência de veículos, em frente à Praça Félix Araújo.

Em Campina Grande viveu de 1937 a 1944, quando enterrou sua alcunha, e dividia a vida caseira com a frequência à Igreja Congregacional da Rua 13 de Maio; embaixo do braço, não mais o rifle e, sim, a Bíblia Sagrada.



Manoel Batista de Moraes, ou melhor, Antonio Silvino faleceu por volta das 19:00hs do dia 28 de Julho de 1944, na casinha de taipa que lhe acolheu em Campina Grande, sete anos após sua saída da prisão.

O cangaceiro teve oito filhos gerados com várias mulheres. Sua última esposa lhe deu quatro filhos.

Antônio Silvino (de chapéu), em frente a Casa de Detenção
Foto:Antonio Silvino, o cangaceiro o homem o mito/Reproducao

Foi enterrado no Cemitério do Monte Santo, de onde, dois anos e meio depois, seus restos mortais foram transferidos para outro local desconhecido no campo santo, pelo fato de ninguém nunca ter reclamado os ossos do bandoleiro.

Seu local de sepultamento, hoje, possui um marco com uma placa de cimento, erguido pelo historiador João Dantas que junto ao pesquisador Olavo Rodrigues intentam a implantação de uma placa de bronze em referência ao cangaceiro.

 Prof. Mário Vinicius Carneiro ao lado do marco erguido sob o local onde
fora sepultado Antônio Silvino o Cemitério do Monte Santo

"Antonio Silvino é um dos principais cangaceiros, morreu e está enterrado em Campina Grande, mas praticamente não existe referência de sua passagem por essa cidade" (pesquisador Olavo Rodrigues para o Diário da Borborema, em matéria do jornalista Severino Lopes)

Teodulina Cavalcante (Prima) - Fonte (*)

Casa de Teodulina Cavalcante, era localizada na Rua Arrojado Lisboa, em Campina Grande - Fonte (*)

Fontes Pesquisadas:
Diário da Borborema (http://www.diariodaborborema.com.br/2010/08/01/cotidiano2_0.php)
Diário de Pernambuco (http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/01/brasil2_0.asp)
Jornal O Norte (http://www.jornalonorte.com.br/2010/08/01/diaadia5_2.php)
Blog Lampião Aceso (http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/11/um-cangaceiro-na-detencao.html)
Vitrine do Cariri (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
(*) BARBOSA, Severino. "Antonio Silvino: O Rifle de Ouro - Vidas, Combates, Prisão e Morte do 
Mais Famoso Cangaceiro do Sertão". 2ª Edição - CEPE, Recife. 1979.

Agradecimentos ao professor Mario Vinicius Carneiro Medeiros pela foto do túmulo de Antônio Silvino

Hilton Motta (Foto: Site da Campina FM)

Houve um tempo, em nossa Rainha da Borborema, em que a passagem do ano era comemorada de uma forma muito peculiar... as novas gerações com certeza não vivenciaram alguns momentos marcantes do passado de Campina Grande, quando à 0:00h do novo ano, precisamente e regressivamente contado segundo à segundo, apagavam-se todas as luzes da cidade.

Não estamos exagerando não! Quem viveu lembra e sente saudades do tempo em que as famílias campinenses, em suas confraternizações corriam e se aglomeravam junto aos rádios de pilha, ou do som do carro para não perderem nenhum segundo da emocionante contagem regressiva comandada pelo radialista Hilton Motta, direto do antigo estúdio da Rádio Campina Grande FM, que junto à CHESF/CELB, ditava o comando para "desligar a chave geral" no fim da contagem.

Hilton Motta comandava um verdadeiro "Show da Virada" quando, desde cedo da noite de 31 de Dezembro integrava toda a cidade com mensagens de felicitações dos ouvintes e amigos.

Após zerada a contagem, a cidade permanecia às escuras por alguns minutos, período em que a emoção aflorava em todo que confraternizavam em qualquer parte da cidade... Garantimos que arrepia só de lembrar!

Essa prática durou até meados da Década de 1990, sendo desestimulada pela companhia elétrica por já apresentar possibilidades de problemas técnicos e transtornos no regresso da força em carga máxima.

Como já se tornou tradição esta postagem, hoje podemos (re)lembrar essa época!

O colaborador Leandro Bráulio cedeu ao Blog RHCG, há alguns anos, o áudio gravado de uma desses inesquecíveis viradas de ano, mais precisamente em 31 de Dezembro de 1990, fruto de um arquivo em fita K-7 de seu acervo particular.

É emocionante... Ouçam e (re)vivam!

De todos os que fazem o BlogRHCG, Feliz Ano Novo...


Era uma bela tarde no animado bairro de Zé Pinheiro. Todavia, o dia 25 de dezembro de 1974 entrou para os anais da história campinense, como o dia da maior tragédia da cidade. Em virtude da explosão de um garrafão de oxigênio, que era utilizado para encher balões infantis. Campina Grande tornou-se manchete em todo o Brasil devido às várias mortes ocorridas naquele dia, além das centenas de pessoas feridas.

Tudo isso ocorreu, em virtude do descuido de um garrafeiro que enchia balões durante a festa, quando imprimiu uma alta pressão na recarga do cilindro, provocando o rompimento do mesmo em vários pedaços.

Com a explosão do artefato, vários pedaços de seres humanos foram arremessados em casas e na Igreja de José Pinheiro. Durante dias, o mau cheiro foi predominante naquele local, chegando a ser comum, pessoas encontrarem nos tetos de suas casas, restos de gente.

O garrafeiro Adval foi apontado com o principal responsável pela explosão, recebendo do Diário da Borborema a alcunha de “O Garrafeiro da Morte”.

Adval


Os Bombeiros da cidade trabalharam como nunca naquele dia. Uma das testemunhas da tragédia foi o então cabo José Barbosa da Silva, que relatou a seguinte passagem ao Diário da Borborema: "O telefone não parava de tocar. Muita gente, quase que ao mesmo tempo, ligou desesperado pedindo socorro. Nós estávamos passando pelas margens do Açude Velho quando fomos informados que havia muitas vítimas fatais e que muitas pessoas estavam feridas. Eu estava há pouco tempo no Corpo de Bombeiros, tinha feito o curso de formação de oficiais em João Pessoa e nunca tinha visto uma coisa daquelas. Era muito grito, pessoas chorando em um desespero total. Sangue por toda parte, pedaços de gente pelo chão. Cabeça esbagaçada, pedaço de gente em cima de casa. Tudo foi chocante. Foi um estrago muito grande".

As pessoas feridas, foram para os hospitais Antônio Targino e Pedro I. Aqueles que morreram, foram para a denominada “pedra”, que funcionava ao lado da Central de Polícia.


Um dos sobreviventes da tragédia foi Marcelho Felipe, que ao lado de seus amigos, se aproximaram do cilindro. Felipe chegou a tocar no objeto: "Quem primeiro tocou nele foi Damião que era um amigo. Depois eu toquei nele e logo tirei a mão. Estava muito quente", contou ao Diário da Borborema. Marcelho falou também, que viu o garrafeiro pouco antes da explosão saindo muito depressa. Após isso, só escutou o grande estrondo, sendo Marcelho arremessado para longe. "Foi uma sensação inexplicável. Não sei se eu cai. Eu senti como se estivesse voando. Igual uma folha quando a gente solta", disse ao DB. Após o desastre, o então garoto de 8 anos teve sua perna esquerda amputada e ficou cego de um olho.

Segundo outra testemunha da explosão, Givanildo Pereira da Silva, o garrafão estava vazando desde o momento que foi instalado a alguns metros da Igreja de José Pinheiro. "Eu vi quando ele mandou buscar água em uma mercearia da Rua Campos Sales para colocar em cima da garrafa que estava quente. Era visível que a garrafa estava com defeito. Parte dela apresentava ferrugem. Quando ele abriu, eu vi tudo. A garrafa não tinha nada. Não tinha relógio nem registro. Só tinha a válvula de sair o ar e a tampa de sair e fechar", relatou ao Diário. Givanildo após a explosão, passou quatro dias em coma, com seqüelas nas mãos e nas pernas.

Oficialmente, foram oito crianças mortas, além de centenas de feridos. Em 2007, a triste história foi resgatada em curta-metragem chamado “Os Balões de 74”, do diretor de cinema Luciano Mariz. “Em Meados de novembro de 2006, fazendo uma pesquisa de rotina nos arquivos do Diário da Borborema, me deparei com a primeira página do dia 27 de Dezembro de 1974. A notícia da primeira página atraiu minha atenção: ‘Garrafão explode e enluta Campina nas festas natalinas’, naquele momento a curiosidade foi maior, me esqueci da pesquisa que estava em andamento e passei horas buscando saber mais informação sobre o acidente do garrafão no bairro do José Pinheiro”, relatou Mariz em seu Blog.

Tivemos acesso ao curta e realmente, relata com fidelidade o drama daquela tragédia. O filme é muito bom, com entrevistas de sobreviventes, além dos jornalistas que trabalharam no relato para jornais.

O cilindro foi doado para o Museu Histórico da Cidade, infelizmente, não temos a informação se o mesmo ainda se encontra lá. Quem tiver mais relatos sobre esse inesquecível fato, deixem seus comentários aqui no blog, pois se forem pertinentes ao enriquecimento do tópico, serão inseridos.

Reportagens da TV Paraíba sobre o filme:




Fontes Utilizadas:

Diário da Borborema (Pesquisa e Fotos)
TV Paraíba (Vídeos)
Jornal da Paraíba (Fotos)
Quando criamos o "Retalhos Históricos de Campina Grande", uma de nossas inspirações para tal fato, talvez a maior, foi um documentário que tinha sido feito naquele período, o "Balões de 74" do diretor Luciano Mariz. O filme relatava a tragédia ocorrida no bairro de José Pinheiro no ano de 1974, quando um cilindro de gás explodiu, atingindo várias pessoas que estavam em um parque de diversões. O Blog RHCG já abordou em suas páginas várias vezes o ocorrido, material este, que pode ser lido clicando-se AQUI e AQUI . O fato é que esta tragédia, acabou se tornando um dos fatos marcantes da história de Campina Grande, a exemplo da morte de Félix Araújo, da seita "Borboletas Azuis", da Tragédia da Praça da Bandeira, o "Mão Branca"  e outros menos votados.

Luciano Mariz, gentilmente autorizou a reprodução do seu filme aqui no blog, o que ficamos honrados e agradecidos, pois o material é excelente e agora está acessível para todos os historiadores, curiosos e público em geral, fazendo agora parte do acervo do blog. O filme pode ser assistido clicando-se abaixo:




“Os balões de 74”
Luciano Mariz



SINOPSE


Domingo de natal. Crianças brincam nas calçadas e os fiéis deixam a igreja depois da missa de fim de tarde. A rua, intransitável, divide-se entre pessoas e brinquedos de um simplório parque de diversões. Seria uma imagem poética, se não estivéssemos falando de uma das maiores tragédias ocorridas na cidade de Campina Grande, PB. Em 1974, o cenário de beleza ganhou expressões grotescas e marcas de sangue as quais ecoam até hoje na memória dos sobreviventes. Entre o fictício e o real, a alegria e o sofrimento, o presente e o passado: “Os balões de 74” traz à tona uma história esquecida pelas novas gerações, mas que ainda hoje é uma recordação viva para os mais velhos. Ouvir os sobreviventes e parentes de vítimas da tragédia, cerca de três décadas depois, é como ouvir o ressoar daquela explosão.


Os Balões de 74
Direção Geral: Luciano Mariz
Direção de Produção: Hingrit Nitsche

Patrocinadores:

- Prefeitura Municipal de Campina Grande – Secretaria de Educação, Esporte e Cultura
- Prefeitura Municipal de Boqueirão – CEFAR
- Câmara Municipal de Campina Grande
- Nutricarnes
- Universidade Federal da Campina Grande - UFCG

FICHA TÉCNICA

Direção Geral
Luciano Mariz

Produção Executiva
Hingrit Nitsche
Luciano Mariz

Roteiro
Luciano Mariz
Nathan Cirino

Assistência de Direção
1º. Assistente: Fabiano Raposo
2º. Assistente: Sabrina Moura

Direção de Produção
Hingrit Nitsche

Assistência de Produção
Cristiane Patrícia Melo Amorim
Lunara Araújo
Mainara Rodrigues Nóbrega

Pesquisa
Sabrina Moura
Rebecca Cirino

Assistência de pesquisa
Vinicius Queiroz

Direção de fotografia
Helton Paulino
Jhésus Tribuzi Lula

Assistência de Fotografia
1º. Assistente: Ian Abé Mafiollete
2º. Assistente: Hugo Felinto

Cinegrafistas:
Anderson Santiago
Paulo Calixto
Hoberdan Dias

Direção de Arte 
Fernando Rabelo
Ricardo Garrido

Assistência de Arte
Emídio Medeiros

Arte Gráfica
Elton Fernandes Ramos

Direção de Áudio e Edição de Som
Gustavo Sobreira Rocha

Assistência de Áudio
1º. Assistente: Rennan Ribeiro
2º. Assistente: Bernardo Hennys

Técnico de som de gravações de áudios off
Zé Newton Sousa Filho

Trilha Sonora Original
Nilson Lopes

Vozes off
Evilásio Junqueira
Flávio Barros
Hingrit Nitsche
Iuska Cyntia Mariz Galvão
Massilon Gonzaga

Direção de Platô
André Luiz Almeida

Assistência de Platô
1º. Assistente: Ludemberg Bezerra
Adriana Sá
André de Brito Leano
Estela Maris de Medeiros e Oliveira
Liliana Patrício Vieira
Luciana Nascimento Urtiga
Marina Moura Ribeiro
Moema Vilar
Nicole Camelo Felipe
Pâmella Leite
Priscylla Araújo Lucena
Renata Fernandes
Vinicius Queiroz

Still
Daniela Morais
Poliana Urtiga

Story Board
Luís Carlos Venceslau

Claquete
Giotto Andrade Braz

Contra-regra
Emídio Medeiros

Montagem
Luciano Mariz
Sabrina Moura

Edição e Finalização
Leandro Ponciano


Contatos:

Luciano Mariz - 8858 0766
lucianomariz@gmail.com




De acordo com o sr. João Jorge de Pace Tejo, que disponibilizou esta relíquia fotográfica do acervo do jornalista William Tejo, o cenário retratado é uma Cantata Natalina realizada em Campina Grande, no ano de 1921!!

Já segundo o livro 'Retratos de Campina Grande', sem precisão quanto ao ano da foto, descreve que o local desta foto é o Largo da Rua Velha, atual Rua Maciel Pinheiro, local onde se realizavam os eventos públicos em Campina Grande no início do Século XX.

Encerramos 2017 com esta belíssima, espetacular e Histórica imagem, desejando um ótimo Natal a todos e esperando que 2018, possa ser repleto de sucesso, paz e prosperidade à todos.





Com pesar, cumprimos o doloroso dever de informar o falecimento do repórter fotográfico William Cacho, ocorrido às 18:00hs de ontem, 19/12/2017. 

O velório está sendo realizado na residência dos seus pais, na Rua Sulpino Colaço, no bairro do São José.

William Cacho era filho do já saudoso mestre da fotografia de Campina Grande, o senhor José Cacho, a quem creditamos tantos registros de imagens postadas ao longo de todos os anos de atividade do BlogRHCG.
 
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